Arte e design
Um artista plástico que pode servir de inspiração a designers iconoclastas é Michael H Rohde. Ele é extremamente criativo, e seu trabalho pode ser conferido aqui:
http://www.michael-h-rohde.de/
Cop Gráfica e Editora localizada no Rio de Janeiro. Oferecemos qualidade e rapidez em nossos serviços.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Ha diversos formatos além de JPEG, e eles podem ser muito úteis se corretamente usados. Há formatos PDF, SVG, EPS, cada qual com características especificas, e algumas vantagens em relação ao JPEG, como por exemplo, fundos mais variados, e maior definição de imagem. Veja esta apresentação:
http://nojpeg.org/nojpegpt.html#/
http://nojpeg.org/nojpegpt.html#/
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Mais sobre a analise de valor:
Qual a abordagem tradicional usualmente empregada na redução e otimização de recursos e de custos?
A Contabilidade de Custos desdobra o produto em seus elementos
componentes (Análise por Elemento) ou nas etapas do processamento
(Análise por Centro de Custo) ou focaliza a natureza e a variabilidade
dos custos (Análise dos Custos Variáveis e Fixos) tirando, daí, uma
série de alternativas para seus esforços de custos.
A Análise do Valor aborda o problema de um ângulo totalmente diferente. Em primeiro lugar, ela procuraria esquecer o produto, isto é, abandonaria a análise dos custos de produção e distribuição, focalizando sua atenção nas funções garantidas por ele ou nas necessidades do consumidor atendidas pelo produto.
Em seguida, hierarquiza as funções a partir de sua importância relativa, em termos de quantidade e qualidade, relevância e outras.
Se as funções – classificadas em principais, secundánias e acessórias – não apresentaram uma relação equilibrada de "custo x valor" a "Análise do Valor" tem aí a sua oportunidade.
A aplicação sistemática da técnica objetiva:
A Análise de Valor é cada vez mais usada
para a formação de preços e percepção da qualidade por seus
consumidores. A IBM foi pioneira em usá-la para fixar os preços dos seus
produtos em função dos ganhos ou economias, que os seus clientes
obtinham com o uso dos computadores. A LVMH formou um império, de bolsas
Luis Vuitton a champanhes, voltado para percepção da qualidade, e
preços altos, muito altos.
A Análise de Valor,
portanto pode e deve ser usada para reduzir custos, formar preços,
avaliar e implementar a percepção de qualidade no produto.
Na medida em que é cada vez maior a demanda por produtos que passem uma
percepção de qualidade e ao mesmo tempo as empresas desejam reduzir seus
custos – a única combinação possível é através da Análise de Valor, que
combine oportunidades e custos. O desenho é o principal instrumento de
diferencial em relação ao valor dos impressos.
Qualquer dúvida ou sugestão que você tenha, ligue para (21) 2501-2001.
Um abraço forte e cordial e,
CONTE SEMPRE COM A COP GRÁFICA!
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Dicas de como usar a analise de valor para gastar menos dinheiro
Por que se gasta cada vez mais com produtos gráficos?
A pergunta também pode ser colocada de outra forma:
por que, mesmo com o advento da internet – e a sua formidável
capacidade de disseminar informações – os custos das empresas com
impressos continuam aumentando?
A resposta se encontra na Análise de Valor. Na medida em que aumenta a renda percapita de um país, como tem ocorrido no Brasil, o consumidor final de um produto demanda, cada vez mais, produtos de qualidade.
E o custo do material gráfico de qualidade, incorporando melhor designer, papel, impressão e acabamentos especiais, com vernizes e outras aplicações, é proporcionalmente cada vez mais barato em relação a sua função de valor.
Explicando melhor: o custo de um folder ou de um catálogo que é distribuído em um Congresso Médico ou Convenção de Vendas é cada vez mais sofisticado em relação ao que era distribuído há dez anos atrás. E a tendência é de maior sofisticação.
A necessidade do contato pessoal, face a face, com o cliente, demanda um produto que possa ser entregue nas mãos e seja atraente, para que ele o guarde. E precisa passar para o cliente uma percepção de qualidade sobre o produto e a empresa que o distribui.
Quando se faz a Análise de Valor do catálogo – ou outro impresso – e se compara com o que se paga no aluguel de um stand de vendas, a contratação de algumas recepcionistas, o salário do pessoal de vendas, mais o que se gasta com hotéis e almoços com clientes, o custo do catálogo é muito pequeno. E é menor, ainda, em termos da oportunidade de negócios que pode surgir do contato com um cliente potencial.
Em suma, na Análise de Valor dos impressos, o incremento da qualidade – para melhor papel, mais cores e acabamentos especiais – é a tendência com o aumento da renda.
A função de valor é o que também leva um editor a atrasar a entrega da sua revista quando um anúncio importante está pendente. Outra é um designer entregar a arte para o cliente e este demore cinco dias para aprovar – pois está com a atenção concentrada no aluguel dos stands, na contratação das recepcionistas e outras despesas que tem um custo muito maior do que o impresso.
Por que se gasta cada vez mais com produtos gráficos?
A resposta se encontra na Análise de Valor. Na medida em que aumenta a renda percapita de um país, como tem ocorrido no Brasil, o consumidor final de um produto demanda, cada vez mais, produtos de qualidade.
E o custo do material gráfico de qualidade, incorporando melhor designer, papel, impressão e acabamentos especiais, com vernizes e outras aplicações, é proporcionalmente cada vez mais barato em relação a sua função de valor.
Explicando melhor: o custo de um folder ou de um catálogo que é distribuído em um Congresso Médico ou Convenção de Vendas é cada vez mais sofisticado em relação ao que era distribuído há dez anos atrás. E a tendência é de maior sofisticação.
A necessidade do contato pessoal, face a face, com o cliente, demanda um produto que possa ser entregue nas mãos e seja atraente, para que ele o guarde. E precisa passar para o cliente uma percepção de qualidade sobre o produto e a empresa que o distribui.
Quando se faz a Análise de Valor do catálogo – ou outro impresso – e se compara com o que se paga no aluguel de um stand de vendas, a contratação de algumas recepcionistas, o salário do pessoal de vendas, mais o que se gasta com hotéis e almoços com clientes, o custo do catálogo é muito pequeno. E é menor, ainda, em termos da oportunidade de negócios que pode surgir do contato com um cliente potencial.
Em suma, na Análise de Valor dos impressos, o incremento da qualidade – para melhor papel, mais cores e acabamentos especiais – é a tendência com o aumento da renda.
A função de valor é o que também leva um editor a atrasar a entrega da sua revista quando um anúncio importante está pendente. Outra é um designer entregar a arte para o cliente e este demore cinco dias para aprovar – pois está com a atenção concentrada no aluguel dos stands, na contratação das recepcionistas e outras despesas que tem um custo muito maior do que o impresso.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
A Análise de Valor
Até o post anterior, nos dedicamos a descrever e mostrar o que pode ser feito para se obter economias, no processo de criação e industrial, com o formato do papel.
Nesse capítulo introduzimos um novo conceito. É diferente do que foi apresentado até agora pois, como é definido no seu título, depende do seu julgamento, ou a sua avaliação da percepção que o seu cliente – ou o cliente final que receberá o produto – terá do trabalho quando o receber, ou manusear.
A Análise de Valor pode ajudá-lo a definir o tipo de papel e o peso mais adequado para o seu trabalho. Naturalmente, também é muito útil nas mais variadas áreas das agências, gráficas e empresas em geral.
O QUE É A ANÁLISE DE VALOR?
É uma técnica de otimização de recursos que utiliza a ANÁLISE DE FUNÇÕES de um produto (bem ou serviço) com os objetivos de:
1. Otimizar resultados (aumentar receitas ou reduzir custos).
2. Adequar um produto as necessidades do cliente.
O VALOR de um produto deriva da sua FUNÇÃO e da PERCEPÇÃO DE QUALIDADE pelo seu consumidor final.
FUNÇÃO DO PRODUTO: As diferentes necessidades do consumidor atendidas pelo produto. Para que serve - o que faz - o que gera de ganho - o que substitui ou economiza - o que passa como imagem (riqueza, poder, bom gosto, etc.)
1. ORIGEM E IDEIA CENTRAL DA ANÁLISE DE VALOR
Pouco depois da 2ª Grande Guerra, o Diretor de Engenharia de Produto da General Eletric, nos EUA, encarregava um engenheiro novato – Lawrence Miles – de revisar os custos de um projeto a ser desenvolvido para um importante cliente. Miles levou o projeto para casa, num fim de semana e voltou com uma redução de custos estimada em 50% do custo original! Como foi isso possível? Bem, Miles tinha simplesmente aplicado algumas ideias que tinha visto funcionar no Dpto. de Compras da GE, durante a guerra.
A partir desse surpreendente resultado, e de outros mais, obtidos a partir de uma abordagem diferente e original, Miles foi encarregado pela GE de desenvolver e aprofundar suas ideias e, com recursos de tempo e dinheiro, trabalhou durante cerca de quatro anos no desenvolvimento de uma técnica que passou a chamar-se "Value Analysis" (ou "Value Engineering").
Alguns anos depois, os resultados alcançados por Miles iam muito além da mais audaciosa expectativa.
Em alguns casos, os incrementos de produtividade no processo, a redução de custos com materiais e pessoal ou a modificação e melhoria submetido à "Value Analysis" tinham trazido vantagens até bem superiores aos 50% citados. De fato, houve casos em que todos os custos tinham sido eliminados pela supressão da tarefa, do componente ou mesmo de todo o produto final.
A ideia central de Miles é simples: vamos esquecer, por um instante, o Produto e do que é ele feito, e vamos concentrar atenção em suas funções. Por si só, nada é "caro" ou "barato", custo é um conceito relativo, diz ele. O importante é o Valor Adicionado ao produto e o custo desse incremento. A Análise do Valor justamente identifica os custos "desnecessários", isto é, aqueles que nada acrescentam à qualidade, à aparência ou ao desempenho do produto, do ponto de vista do usuário ou consumidor.
O fato é que dessa ideia central, desenvolveu-se uma técnica que vem apresentando resultado notáveis nos mais diversos campos, desde a produção, passando pelo "Marketing" até a análise de sistema e processo na administração geral das empresas.
EM QUANTO A ANÁLISE DE VALOR PODE AJUDAR NA ECONOMIA DE CUSTOS GRÁFICOS?
A figura nessa tela mostra a economia possível com custos gráficos com o uso da Análise de Valor em comparação com o potencial de Redução de Custos com Métodos de Produção e Industriais.
Essa figura é ilustrativa e mostra o quanto se pode ganhar. A situação, naturalmente, muda em relação a diferentes produtos, clientes e gráficas.
Uma editora, por exemplo, que use uma folha de papel 87x114 cm, para fazer uma revista no formato fechado de 21x28 cm, com 32 páginas de capa e miolo, no mesmo papel, tem uma perda (de refile e corte) de apenas4,9% no papel. Além disso, fizer a impressão programada, reduzirá em de 10% à 15% o seu custo de impressão. Essa editora, certamente terá um custo muito menor do que a média do mercado.
Porém, um caso como esse é mais exceção do que regra na indústria gráfica.
O mais comum é que a revista, do exemplo, incorpore uma capa em papel
com gramatura superior a do miolo, plastificada ou com verniz e que a
arte seja entregue por FTP à gráfica, às 24 horas, um ou dois dias depois do acordado, pois um anunciante de capa atrasou na entrega do anúncio!
Essa situação leva a uma pergunta importante:
Essa situação leva a uma pergunta importante:
Por que se gasta cada vez mais com produtos gráficos?
Esta pergunta será respondida no próximo post .
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Dicas de como escolher a chapa de impressão
Outro fator importante para você considerar é a área de impressão da chapa. Ainda que o papel entre na máquina, já cortado, digamos que em uma máquina cujo formato seja de 72x54, você deve considerar pelo menos 2 centímetros, de um dos lados do papel, para a "pinça" da impressora. E mais 1 cm em outro lado da folha (para mais detalhes, veja a tela 8, neste guia), para o corte de “refile”, após a saída do papel.
Por que o corte de refile, após
a saída do impresso, se o papel já entra cortado?
Em impressos onde a demanda por
qualidade seja menor esse corte pode
ser evitado, ou pode ser menor.Porém, se o objetivo é obter um produto final de qualidade – o corte deve ser feito.
A razão é a seguinte: embora seja imperceptível a olho nu, o papel é tracionado para passar pelos cilindros da chapa, da blanqueta e de impressão, como você pode ver na figura lateral. Quanto maior a quantidade de cores, por mais cilindros o papel precisa percorrer.
Logo, é tensionado, ou "estica", como é denominado. Além disso, de acordo com o calor e a umidade, entre outros fatores, as fibras do papel se "expandem", ou "contraem".
Em função disso, uma folha (ou um "caderno") impressa na parte da manhã pode ter uma variação do papel diferente do que foi impresso a noite. Logo, após as diferentes folhas terem sido dobradas, encadernadas e grampeadas à tarde – para fazer uma revista, por exemplo – se não houver o corte as bordas das revistas ficarão com pequenas variações, geradas pelas diferentes fases mecânicas pela qual passa o papel – impressão, dobra e acabamento.
Observando as sugestões que damos neste capítulo, você poderá escolher mais fácil, a gráfica e a impressora que, em geral, que se permitem a combinação certa de qualidade e preço para os seus impressos.
A figura abaixo mostra como a folha é "puxada" para dentro da impressora:
A figura abaixo mostra o papel dentro da máquina.
O processo gera uma tensão que expande as fibras.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Como Escolher a Impressora: Decidindo entre Qualidade e Preço
Apesar da padronização internacional das medidas, o papel para fins industriais é comercializado em diferentes medidas, que procuram a se adequar a três condicionantes básicas:
- 1. A largura da bobina (ou "boca") em que o papel é fabricado.
- 2. As medidas das áreas de impressão das máquinas nas diferentes gráficas.
- 3. Os formatos mais comuns dos impressos editoriais (revistas, livros e outros) e comerciais.
A qualidade que se deseja para um impresso é definida, primeiro pelo designer e em seguida pelo papel e tipo de impressora que é utilizada para se obter o resultado final o trabalho.
Em geral, trabalhos de grande tiragem, onde é imprescindível a velocidade e a redução de custos, de papel e de impressão, são feitos em rotativas. O melhor exemplo disso são os jornais diários.
Outros produtos de grande tiragem, como algumas revistas semanais, ou encartes em jornais dominicais, também usam rotativas offset ou flexografia, um sistema similar, porém, com a qualidade um pouco inferior as offset – e um custo menor. O resultado final, no caso de ambos os sistemas de impressão, para o fim pretendido é bom e barato.
ROTATIVAS X PLANAS
Os impressos que precisam de melhor qualidade são feitos em impressoras usualmente denominadas como "planas". Considerando essa introdução, a sua primeira decisão de custosé condicionada por:
Se a sua escolha foi por qualidade, o seu passo seguinte é definir a impressora certa para o seu trabalho.
Nessa fase, as principais variáveis que influenciarão os custos continuam sendo qualidade, quantidade e formato do seu trabalho. Essas três condicionantes é que definirão o preço final para os seus impressos.
Nessa fase, as principais variáveis que influenciarão os custos continuam sendo qualidade, quantidade e formato do seu trabalho. Essas três condicionantes é que definirão o preço final para os seus impressos.
A CONDICIONANTE DE QUALIDADE
Se você pretende, ou precisa de qualidade, deve escolher gráficas que tenham impressoras novas. E, nessa categoria, você pode considerar máquinas com até seis anos de produção. Embora existam empresas com equipamentos mais antigos que, pelo cuidado da manutenção e pelo profissionalismo dos seus impressores consigam resultados muito bons, mesmo com equipamentos mais antigos.
Se você escolheu uma gráfica que possui equipamentos modernos, será atendido mais rápido e provavelmente terá menos problemas de entrega e de qualidade do material.
DEFININDO O EQUIPAMENTO CERTO PARA O SEU IMPRESSO
O segundo passo para a decisão é a identificação da origem da impressora.
A oferta de impressoras, em todo o mundo, é definida por três países: a Alemanha, o Japão e a China.
As melhores impressoras continuam sendo as alemãs. O processo de impressão é feito por mecânica de precisão, ao qual se incorpora, cada vez mais, novos componentes eletrônicos. Em virtude de incorporar mais tecnologia de precisão, em geral essas impressoras são mais caras do que a concorrência, mas se pagam em qualidade.
O segundo grupo é formado pelas impressoras japonesas. O terceiro, pelos equipamentos chineses Outra consideração importante para definir a gráfica é o formato da área de impressão das máquinas.
IMPRESSORAS DE FOLHA INTEIRA, MEIA FOLHA E UM QUARTO DE FOLHA
As impressoras em geral são classificadas de acordo com a área de impressão das suas chapas.
Os profissionais de impressão costumam designar essas máquinas como de "folha inteira", "meia folha" e "um quarto de folha".
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Dicas de Como Considerar os Cortes de Papel Para entrada nas Impressoras
- Todos os cortes de papel, em folhas de qualquer dimensão, para entrada em impressora, seguem os padrões apresentados nas páginas anteriores, devendo ser considerados os cortes de refiles e as áreas para pinça da máquina.
- A seguir, apresentamos a opção de dividir a folha de 66x96 cm em três e quatro partes, apenas com o refil necessário para a separação das folhas.
- Perceba que, retirando dessas partes a área necessária para a pinça da máquina e os cortes do impresso final, perde-se muita área de papel.
- Logo, exceto nos casos de impressos que exijam cortes especiais (em geral pastas e folders) ou acabamentos de alta qualidade, com aplicação de verniz, ou corte, vinco e dobras mais complicadas, é mais econômico que o papel tenha no máximo um ou dois cortes.
Exemplo de corte do papel 96x66 em TRÊS partes (folhas)
Exemplo de corte do papel 96x66 em QUATRO partes (folhas)
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Dicas de Como Usar a Tabela Prática Para Escolha do Formato do Papel
Você deve ver painel com os formatos mais comuns de papel e os seus cortes para a impressão.
A vantagem no uso desses desenhos é comparar qual é o melhor tamanho do papel para o seu trabalho. Permite-lhe planejar a arte e dimensioná-la no formato que melhor se adequa a impressão, garantindo expressivas economias em custo gráfico.
O box preto que aparece em algumas figuras mostra a perda de papel que ocorrerá quando se usar, naquele formato, o corte que é mostrado. Logo, deve ser evitado.
Quando for escolher o formato de papel mais adequado para a sua arte – e calcular o número de impressos por folha de papel – considere que, em geral, você terá que dar um desconto de pelo menos dois centímetros em cada lado do papel (para refile e pinça da máquina) e mais um centímetro para o corte do papel.
Essas medidas podem mudar um pouco, de acordo com o tipo de trabalho, dobras, cortes e facas especiais, mas são uma base para que você planeje a sua arte impressa.
Exemplo
Uso de uma folha inteira no formato 66x96cm, para impressão de um trabalho no formato 24x42 cm (aberto). Na folha 66x96 caberão no máximo 6 impressos desse formato.
Descrição do exemplo:
Em uma folha de papel no formato 66x96 cm onde se queira imprimir trabalhos no formato 24x42 cm pode-se aproveitar a área (da folha inteira 66x96 cm) para 6 impressos no formato desejado. Perceba que dois pedaços foram organizados na horizontal e 4 na vertical, para melhor aproveitamento do papel. Apesar disso, ainda ocorreu uma perda (mostrada na área em preto).
Logo, deve ser evitado pois é um desperdício de dinheiro e recursos. Quando for escolher o formato de papel mais adequado para a sua arte – e calcular o número de impressos por folha de papel – considere que, em geral, você terá que dar um desconto de pelo menos dois centímetros em cada lado do papel (para refile e pinça da máquina) e mais um centímetro para o corte do papel.
Esse processo é mostrado no post seguinte.
Essas medidas, naturalmente, podem mudar um pouco, de acordo com o tipo de trabalho, dobras, cortes e facas especiais, mas são uma base para que você planeje a sua arte. Para mais informações, nos consulte no telefone (21) 2501-2001, sem nenhum custo ou compromisso. Favor falar com o Wislay, Roberto ou Natália.
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segunda-feira, 14 de outubro de 2013
semana design rio
Entre os dias 23 e 27 deste mês sera realizada a Rio Design Week, a primeira semana de design no Rio de Janeiro, com atividades especialmente no Jockey club, com palestras, competições, área de convivência, venda de artigos, e também sera realizada no Jockey a Rio + Design, uma exposição com vários trabalhos de mais de 50 designers e escritórios de design. O evento também se realizara em lojas, escritórios e galerias de design pela cidade.
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Entre os dias 23 e 27 deste mês sera realizada a Rio Design Week, a primeira semana de design no Rio de Janeiro, com atividades especialmente no Jockey club, com palestras, competições, área de convivência, venda de artigos, e também sera realizada no Jockey a Rio + Design, uma exposição com vários trabalhos de mais de 50 designers e escritórios de design. O evento também se realizara em lojas, escritórios e galerias de design pela cidade.
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sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Dicas de como lidar com com Papéis Especiais
Os papéis mais comuns, como você sabe, são o offset e o cuchê. Os demais são usados para trabalhos especiais e raramente são estocados pelas gráficas.
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Além disso, como são formados por uma infinidade de texturas, cores, padrões e materiais, é interessante que você receba uma amostra do que está querendo e avalie qual será o resultado da tinta, ou do acabamento (dobra, corte, verniz ou plastificação, entre outros) no trabalho final.
Querendo uma amostra de papéis especiais, ligue para (21) 2501-2001.
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terça-feira, 8 de outubro de 2013
Os Papéis Mais Utilizados Para a Impressão
Destinada a catálogos, folhetos, livros e revistas e todo serviço de policromia. Resiste a ação da umidade, o que é importante para a impressão off set.
Papel off set especial, com alta lisura, brancura e opacidade. Oferece a melhor qualidade de impressão e definições de imagens, na categoria dos papéis off set.
Papel com uma ou ambas as faces recobertas por uma fina camada de substâncias minerais, excelente para a impressão de imagens a meio-tom e de retículas finas. O termo francês couché (camada) é comum entre nós, embora use-se também a grafia cuchê.
Papel com revestimento couché brilhante em um lado, porém liso no verso. Aplicado em embalagens, papel fantasia, rótulos, outdoors, base para laminação e impressos.
Papel com revestimento couché fosco nos dois lados. Aplicado em impressão de livros, catálogos e livros de arte. Obtém excelente impressão de imagens e boa legibilidade de textos.
Papel branco revestido com camada couché de alto brilho "Cast Coated", sendo o verso branco fosco.
Constituem-se de 50% papéis de "aparas" sem impressão.
O restante varia de 20-50% de papéis impressos reciclados pós-consumidos. É necessário muito cuidado na impressão de policromias nesses papéis, pois podem apresentar nuances diferenciadas em virtude da massa e das anilinas usadas na fabricação dos reciclados.
As principais impressoras no mercado
A ordem na relação a seguir não é por qualidade, mas uma simples lista:
Principais fabricantes alemães:
• Heidelberg
• Kba
• Rolland
• Heidelberg
• Kba
• Rolland
Principais marcas japonesas:
• Mitsubishi
• Komori
• Hamada
• Sakurai
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• Mitsubishi
• Komori
• Hamada
• Sakurai
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Dicas de como definir o papel para o seu impresso
Atualmente a indústria oferece uma infinidade de papéis, com as mais
diferentes características e preços.A seleção do papel pode alterar radicalmente a reprodução da cor, o sentido do tato e a percepção de qualidade que o cliente final terá do trabalho. E, em função disso, o preço também muda.
Alguns papéis são muito absorventes e produzem cores apagadas. Outros recebem um tratamento para permitirem uma melhor reprodução das cores.
Outros são naturais. Enfim, existe uma infinidade de combinações, formatos e cores. Entretanto, 98% dos trabalhos gráficos são feitos por menos de dez tipos de papéis. Esses, se você for designer, produtor ou comprador de serviços gráficos, é imprescindível conhecer.
Embora o papel, em geral, defina a qualidade do produto, é importante destacar, o mais importante para o resultado final do impresso é o trabalho do designer. Se ele desenvolver um trabalho com criatividade, tirando proveito das características do papel e a finalidade para a qual será usado o impresso, pode obter um excelente resultado, mesmo com um papel simples e barato como o Kraft, conforme exemplo que mostramos nesse capítulo.
Os principais tipos de papel e suas características são apresentados na tabela a seguir.
DENSIDADE E ESPESSURA DO PAPEL
No Brasil e nos países onde vigora o padrão ISO, a grossura e a
densidade do papel são definidas em gramas por metro quadrado, ou g/m2. As gramaturas mais comuns são as de 75 g/m², 90 g/m², 120 g/m² e 150 g/m². Quanto maior a espessura e o peso do papel mais encorpado e menos flexível será o impresso.
PAPEIS MACIOS E FLEXÍVEIS X PAPEIS DUROS E POUCO FLEXÍVEIS
A indústria de papel oferece uma infinidade de papéis, com as mais diferentes
características.Uma característica comum a alguns tipos de papel, com a mesma gramatura, é a de serem mais macios e flexíveis, ou mais firmes e menos flexíveis.
O designer deve definir o que quer pois, se não o fizer, a gráfica usará o que lhe parecer mais conveniente para o trabalho que isso pode gerar um resultado final diferente do que foi imaginado pelo artista, ou seu cliente.
Portanto é imprescindível, que o designer defina o papel e o resultado que espera para o seu trabalho, sobretudo quando se for usar papéis macios, ou flexíveis, pois a sensação de quem o manuseia é de que a gramatura do papel é menor.
PAPÉIS LINHA D'ÁGUA
Os editores de livros, jornais e revistas podem obter uma economia interessante
na compra do papel de imprensa, que no Brasil é isento de impostos.
Os fabricantes e distribuidores acabam ficando com uma margem desses
impostos, pois eliminam os descontos. Fazem as vendas dos papéis com os
preços de "tabela cheia". Ainda assim o preço é muito vantajoso.
Se você é editor, vale a pena fazer o registro de compra de papel no Ministério
da Fazenda – ou trabalhar com uma gráfica que faça isso para você.Por outro lado, se você trabalha com impressos comerciais, além de ser ilegal, não vale a pena correr o risco de ter dores de cabeça com a SRF por uma economia que muitas vezes é relativamente pequena. No ano passado a Recita extinguiu metade dos registros para papel de imprensa no Rio de Janeiro e fechou algumas gráficas. Logo, só compre e use esse tipo de papel se você for efetivamente editor de livros, revistas e jornais.
A Diferença entre a Densidade e a grossura do Papel e os seus Resultados em Termos de Preços e Resultados da Impressão
No Brasil e nos países onde vigora o padrão ISO, a grossura e a
densidade do papel são definidas em gramas por metro quadrado, ou g/m2. As gramaturas mais comuns são as de 75 g/m², 90 g/m², 120 g/m² e 150 g/m².
Quanto maior a grossura e o peso do papel mais encorpado e menos flexível será o impresso.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Dicas de como calcular o custo do papel
No Brasil e nos países onde vigora o padrão ISO, a grossura e a
densidade do papel são definidas em gramas por metro quadrado, ou g/m2.
As gramaturas mais comuns são as de 75 g/m², 90 g/m², 120 g/m² e 150 g/m². O cálculo do custo do papel é um pouco complicado. A dificuldade surge pelo fato de o papel ser usado em folhas, que são embalados em pacotes de 125, 250 ou 500 folhas – em um padrão que foi introduzido pelos ingleses, diferente, portanto, do nosso sistema de medidas.
Esses pacotes, independente do número de folhas, em geral são denominados de "resmas" que são vendidas em quilos.
O quilo do papel, por sua vez, é calculado pela multiplicação entre o menor e maior lado do papel, a gramatura e a quantidade de folhas. Veja o exemplo:
O cálculo acima é o preço teórico. O preço final a ser pago pelo comprador será o peso real das resmas, que pode variar um pouco, em função da composição da massa na hora da fabricação do papel, da umidade e outros fatores.
Esse é o cálculo para o papel que segue o padrão ISO, com a densidade e peso do papel sendo expressos em gramas por metro quadrado (g/m2). Nos EUA e na Inglaterra os cálculos são diferentes.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Dicas de como montar cartões de visita
Para quem nunca fez um cartão de visita e chegou à conclusão da importância que ele tem em seus negócios, confira nossas dicas. O primeiro passo é conhecer seu produto e o público que deseja alcançar. Depois, busque fazer um esboço do cartão com todas as informações que deseja mostrar, pensando nas demais características que o cartão deve apresentar. Valorize seu cartão, ele é uma ferramenta que promove a imagem da sua empresa e dos seus produtos. Tê-los sempre no bolso é uma atitude importante, pois ninguém sabe quando e em quais situações poderá conhecer um futuro cliente, fornecedor ou parceiro.
Na confecção de um cartão pense em fatores como: incluir todas às informações básicas e essenciais. São elas seu nome, cargo, empresa na qual trabalha, endereço, telefones, e-mail, fax e outra informação relevante. Pode ser usado um símbolo da empresa, uma frase ou slogan que acrescente conteúdo sobre sua função, tornando isso um diferencial. Cuide para que todas as informações principais estejam colocadas no mesmo lado do impresso, isso facilita a visualização e compreensão dos cartões. Pois normalmente eles são armazenados em pastas e outros locais que podem dificultar seu manuseio.
Antes da impressão verifique se todas as informações estão escritas corretamente. Erros de qualquer espécie podem indicar desleixo de sua imagem e empresa. Use fontes maiores, outra cor, negrito, relevo ou o que desejar. Inovar é ótimo, mas misturar tipos não. Simplicidade é o melhor caminho. Não polua o cartão de visitas com propagandas, tabelas e informações que não façam sentido.
Deixar espaço no verso do cartão é sempre bom. Assim, todos que o receberam conseguem anotar informações que facilitem lembrar quem é você, e qual a circunstância em que recebeu seu cartão. Pensar em alternativas como mensagens em braile, para pessoas com deficiência visual, demonstra que sua empresa é preocupada em atingir e contribuir com qualquer possível cliente. Cuide de seus cartões, compre um estojo próprio para o armazenamento.
A melhor maneira de entregá-los é no início da conversa, assim telefonemas e pressa em ir embora não serão desculpas para não ter feito seu networking. Coloque seu cartão em correspondências para seus clientes, fornecedores e parceiros. Não perca mais tempo, faça seus cartões para sair entregando-os por aí.
5 dicas para chamar a atenção do cliente
Porém, como qualquer ferramenta na Web, ela precisa ser bem utilizada para ser eficaz. Mesmo com tantas facilidades técnicas, muitas pessoas se esquecem ou menosprezam detalhes básicos que ajudariam, e muito, na sua visibilidade digital.
Algumas dicas importantes para aumentar a visibilidade do profissional na rede:
1. Dê (muitas) informações corretas. Quanto mais informações houver na sua página, mais fácil ficará para os clientes potenciais lhe encontrarem para resolverem problemas específicos. Lembre-se que as pessoas muitas vezes usam termos de buscas surpreendentes e às vezes nem sequer sabem exatamente o que querem. Por exemplo, uma pessoa que deseje resolver suas crises de ansiedade possivelmente buscará por informações relacionadas aos seus sintomas na Internet, e não necessariamente por um psicólogo. Porém, se um psicólogo tomou o cuidado de mencionar que é capaz de tratar o transtorno, o paciente talvez o encontre e, eventualmente, o consulte. Clientes do Liberalis já nos contaram que foram contatados por questões muito específicas, como o título de uma monografia colocada no portfolio de trabalhos!
Algumas dicas importantes para aumentar a visibilidade do profissional na rede:
1. Dê (muitas) informações corretas. Quanto mais informações houver na sua página, mais fácil ficará para os clientes potenciais lhe encontrarem para resolverem problemas específicos. Lembre-se que as pessoas muitas vezes usam termos de buscas surpreendentes e às vezes nem sequer sabem exatamente o que querem. Por exemplo, uma pessoa que deseje resolver suas crises de ansiedade possivelmente buscará por informações relacionadas aos seus sintomas na Internet, e não necessariamente por um psicólogo. Porém, se um psicólogo tomou o cuidado de mencionar que é capaz de tratar o transtorno, o paciente talvez o encontre e, eventualmente, o consulte. Clientes do Liberalis já nos contaram que foram contatados por questões muito específicas, como o título de uma monografia colocada no portfolio de trabalhos!
2. Acrescente conteúdo periodicamente (em blogs, por exemplo). O próprio Liberalis dá a oportunidade de ter um blog exclusivo no qual o profissional pode escrever artigos ou comentar assuntos relacionados a sua profissão. Esse conteúdo regular tem vários propósitos. Primeiramente, ele mostra aos visitantes do site que o profissional sabe do que está falando e preocupa-se com seu ramo. Em segundo lugar, ele mantém os visitantes interessados, retornando sempre ao site e talvez algum dia contratando-o. E, finalmente, quanto mais conteúdo, maior a chance de ser encontrado numa busca orgânica do Google, pelos mesmos motivos do ítem acima.
3. Monitore os acessos. Fique ligado nos acessos que a sua página vem tendo. Isso sinaliza o sucesso ou o baixo desempenho das suas ações virtuais. Existem ferramentas gratuítas que ajudam nesse ponto. O Liberalis já inclui um monitor simples de acessos e visitantes, mas existem outras opções mais sofisticadas, como por exemplo o Google Analytics. Se o site estiver com poucos acessos, significa que está na hora de acrescentar mais conteúdo, divulgar melhor com os colegas e amigos, e talvez fazer uso de publicidade. A qualidade do site é importante para trazer mais acessos, mas não apenas por causa das buscas feitas por clientes. No Liberalis, por exemplo, damos destaque na nossa home page aos sites mais bem acabados e completos, que apenas por isso acabam tendo muito mais acessos. Pense bem: se você fosse um portal como o Liberalis, ou um buscador como o Google, você não iria tentar colocar os melhores sites na sua vitrine?
4. Faça uso da publicidade online. Há várias maneiras de utilizar-se a publicidade online, e há vários preços bem acessíveis para isso também. Por exemplo, é possível anunciar tanto no Google (AdWords) quanto no Facebook. Normalmente paga-se bem pouco por cada clique no anúncio (em torno de R$ 0.50) e pode-se focá-lo em clientes específicos, como pessoas buscando por, digamos, advogados. Mas atenção, não basta anunciar o seu site e achar que todos que clicarem nos anúncios se tornarão clientes: uma vez que a pessoa encontre o site, é preciso que ele esteja bem arrumado para motivá-la a contratar o profissional. Caso contrário, o dinheiro colocado em anúncios será jogado fora e não se converterá em negócios. No Liberalis, temos uma forma sutil de publicidade paga: os assinantes Premium são colocados em destaque dentro do nosso diretório de usuários em suas respectivas categorias profissionais.
5. Destaque-se da crescente concorrência, mas com decoro. Fique atento aos seus concorrentes e faça melhor. Coloque fotos atuais e de acordo com a imagem que queira passar. Se você é especialista em algo difícil de se encontrar, tenha certeza de divulgar o fato. Se tem algo novo a dizer, escreva um artigo e coloque online. Se formou-se numa universidade de prestígio, coloque no seu currículo. Faça do seu nome a sua MARCA. Contudo, mantenha sempre a sobriedade e o decoro. Não gabe-se das coisas, apenas relate os fatos concretos que o destacam dos demais. Além de ser uma demonstraç ão de respeito para com seus clientes e colegas, é importante para não ter problemas legais: diversos órgãos reguladores profissionais (como a OAB) exigem uma conduta ética exemplar de seus membros, o que inclui manter a seriedade na divulgação (tanto online quanto offline).
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